É sempre desafiador, estranho, engraçado e motivador escrever um blog. Todos são capazes de começar, mas dar continuidade e continuar cativando a atenção de leitores, essa sim é a parte mais difícil. Mas não estou aqui essencialmente para atrair atenções.
Além de sempre sentir necessidades e grandes vontades de escrever (muito), conversar é algo que me move, também e vejo blogs mais como uma conversa. Seria igual a passar um dia sem rir, ou sem ouvir uma boa música, enfim, aquele dia que mesmo você sabendo que está "tudo numa boa", precisa fazer uma única coisa, aquela coisinha sua, para não sentir que passou um branco no tempo. São as coisas desse mundo.
Vivemos em uma realidade onde tudo é simplesmente complicado, ou então complexo demais por ser tão fácil. O porquê eu não se sabe exatamente, mas quando se chega aqui, parece que já estava dessa forma, se tudo sempre tivesse sido assim, apesar de seu professor de história dizer que não. E que graça teria em um planeta em que um mais um daria sempre dois? E que tal um lugar sem começo, meio e fim?
Quando era criança, nunca havia imaginado que nossa Terra era redonda, mas também não me ocorreu que fosse achatada, mas sim como uma balança de equilíbrio, por que tudo o que você ou alguém faz, seja bom ou ruim, sozinho ou acompanhado, pesa em um dos lados, trazendo consequências em algum momento, seja neste ou em outro presente. O tamanho, a largura, o peso de cada um corresponderia ao seu próprio fardo que carrega dentro deste mundo, já que nascemos aprisionados no próprio corpo. Se nessa vida não existissem pesos? Talvez você pudesse mudar de corpo. Eu, por exemplo, adoraria me transformar no vento e ir até meus professores saber quais seriam as questões da prova, ir até meus chefes de trabalho saber o que pensam de mim; para ir também, até aquela paixão saber se ela fala sobre mim, quem sabe até soprar entre pessoas por onde costumo passar, para ter certeza se, ou como, meu nome corre por ouvidos. Apesar de tudo, ao mesmo tempo queria estar "nem aí" para tudo isso, mas é quase impossível para quem está aqui o tempo todo.
Uma coisa é certa: quem está aqui quer também se fazer presente e isso se faz de alguma forma, e muitas vezes se faz sem perceber. O que é mais intrigante é a forma que isso acontece. O que eu fiz é uma obra de minhas habilidades e sobrepus um tempero de emoção? Ou as ações foram tomadas de emoções e por coincidência do destino, se entrelaçaram com as normas de sermos humanos que acarretou no que temos hoje? Eu também demorei a entender essa última pergunta, mas vamos seguir para necessidades comum como:"Quero atenção", "quero reconhecimento", "quero um amor", "quero estabilidade", "quero apenas um tempo", e quando conseguimos não parece ser suficiente, e o ciclo (ou seria caminho?) continua sem previsão de fim. No fim, o que fazemos não importa tanto enquanto aquilo se tornou apenas uma história contada pelas nossas memórias. Só que é esse o trajeto a ser traçado por este lugar.
Acabou que falei e falei muito sem dizer muito o que interessa. Acontece que existe tanto o que dizer e não caberia neste lugar. A questão é que além das coisas que acontecem nesse mundo, existe um mundo que acontece em cada um, inclusive em você que está lendo. O que ninguém lembra é que nossos mundos não são tão diferentes assim. Quem sabe eu consiga fazer que eles se unam por um instante e perceber que tudo o que acontece nem sempre é como costumamos ver, mas isso vamos descobrir daqui em diante.
Quando era criança, nunca havia imaginado que nossa Terra era redonda, mas também não me ocorreu que fosse achatada, mas sim como uma balança de equilíbrio, por que tudo o que você ou alguém faz, seja bom ou ruim, sozinho ou acompanhado, pesa em um dos lados, trazendo consequências em algum momento, seja neste ou em outro presente. O tamanho, a largura, o peso de cada um corresponderia ao seu próprio fardo que carrega dentro deste mundo, já que nascemos aprisionados no próprio corpo. Se nessa vida não existissem pesos? Talvez você pudesse mudar de corpo. Eu, por exemplo, adoraria me transformar no vento e ir até meus professores saber quais seriam as questões da prova, ir até meus chefes de trabalho saber o que pensam de mim; para ir também, até aquela paixão saber se ela fala sobre mim, quem sabe até soprar entre pessoas por onde costumo passar, para ter certeza se, ou como, meu nome corre por ouvidos. Apesar de tudo, ao mesmo tempo queria estar "nem aí" para tudo isso, mas é quase impossível para quem está aqui o tempo todo.Uma coisa é certa: quem está aqui quer também se fazer presente e isso se faz de alguma forma, e muitas vezes se faz sem perceber. O que é mais intrigante é a forma que isso acontece. O que eu fiz é uma obra de minhas habilidades e sobrepus um tempero de emoção? Ou as ações foram tomadas de emoções e por coincidência do destino, se entrelaçaram com as normas de sermos humanos que acarretou no que temos hoje? Eu também demorei a entender essa última pergunta, mas vamos seguir para necessidades comum como:"Quero atenção", "quero reconhecimento", "quero um amor", "quero estabilidade", "quero apenas um tempo", e quando conseguimos não parece ser suficiente, e o ciclo (ou seria caminho?) continua sem previsão de fim. No fim, o que fazemos não importa tanto enquanto aquilo se tornou apenas uma história contada pelas nossas memórias. Só que é esse o trajeto a ser traçado por este lugar.
Acabou que falei e falei muito sem dizer muito o que interessa. Acontece que existe tanto o que dizer e não caberia neste lugar. A questão é que além das coisas que acontecem nesse mundo, existe um mundo que acontece em cada um, inclusive em você que está lendo. O que ninguém lembra é que nossos mundos não são tão diferentes assim. Quem sabe eu consiga fazer que eles se unam por um instante e perceber que tudo o que acontece nem sempre é como costumamos ver, mas isso vamos descobrir daqui em diante.
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